Criciúma (SC)
O estudo realizado na Lagoa do Verdinho foi pauta da Tribuna Livre desta terça-feira (3/9), no Legislativo. Em proposição do vereador Tita Belloli (MDB), estiveram na Casa, a presidente da Famcri, Anequesselen Fortunato, o técnico da Fundação Maurício de Menezes e Ademar Silvestre, representante do Bairro Verdinho.
“Nós viemos para cá defender a preservação do único manancial de água potável existente dentro do Município de Criciúma”, pontuou Silvestre, representante do Bairro Verdinho.
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As regiões dos bairros Verdinho, São Roque, Capão Bonito e Sangão, foi duramente castigada com a extração de carvão, nos moldes antes praticados. Porém, a Lagoa do Verdinho sobreviveu à exploração e recebe água de todo manancial da Área de Proteção Ambiental (APA) do Morro Albino, formando um reservatório natural.
“Fizemos uma visita técnica à lagoa do Verdinho, e isso resultou em um parecer técnico elaborado pelo nosso geólogo e engenheiro agrônomo. Estamos analisando como a lagoa era e se encontra atualmente, além das intervenções que existem nela, ocasionando sua degradação”, pontuou a presidente da Famcri.
A visita realizada pela Fundação aconteceu em maio deste ano. “É importante destacar que essa lagoa é uma APA (Área de Proteção Ambiental). No estudo se pode perceber que de 2012 em diante a lagoa perdeu sua imponência, seu tamanho”, afirmou Menezes.
“Em sete anos, mais da metade da lagoa já foi perdida e fica agora a reflexão de quanto tempo ela vai levar para desaparecer totalmente”, completou. Ao final, os vereadores fizeram indagações aos convidados.
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